dustin hoffman disputa com al pacino quem rouba melhor um banco.
dustin sai na frente com as melhores costeletas cretinas de bandido. al pacino corre por fora, mas é al pacino.
dustin hoffman disputa com al pacino quem rouba melhor um banco.
dustin sai na frente com as melhores costeletas cretinas de bandido. al pacino corre por fora, mas é al pacino.
a ideia de visitar londres de novo sempre me pareceu um plano a médio prazo, até que descobri, hoje, este site. encontrei ali passagens porto alegre – amsterdam – porto alegre por US$ 900 em baixa temporada.
too good to be true. mas já serviu pra eu passar o fim-de-semana inteiro fazendo cálculos de quanto preciso economizar pra ir pra lá nas minhas férias.
I used to work in a factory, and I was really happy because I could daydream all day.
Ian Curtis
pra vocês não pensarem que esse blog se resume ao meu mestrado, vou mostrar uma técnica que descobri essa semana pra deixar o cabelo como as musas dos anos 60. bumpits é o nome.

homens, não cliquem nesse link. por favor sigam pensando que o cabelo é naturalmente bonito e que aquele volume é algo displicente que foi feito com 15 minutos e um bom pote de gel bozzano.
pras corajosas, um bom tutorial de como usar está aqui.
por uma puta ironia, acho que meu mestrado está me levando de volta pros autores russos. há uns quatro anos, eu era simplesmente tarada por eles. com o tempo, acabei deixando de lado e nunca mais outros autores que não eles realmente me interessaram.
o ponto é que um dos meus prováveis objetos é um filme de um ensaio de um texto do tchekov e uma das possíveis abordagens é sobre a narrativa, coisa que a turma do dostoievski sabe fazer com maestria.
aí que hoje eu lendo um texto sobre narrativa que citava um monte de autores lá daquelas bandas decidi pegar um livro velho cheio de contos de diversos autores da escola russa, de diversas épocas.
tinha tcheckov, tinha dostoievski, tinha gogol (O Capote, baita conto, por sinal). e o tolstoi me gritando na página 115:
Deus vê a verdade, mas espera.
eu sei, sempre soube que não ia dar certo com os outros.
demorou, mas voltei.
quando uma frase de uma música faz mais sentido do que 30 sessões de terapia, é hora de repensar uma troca de terapeuta.
passei um bom tempo tentando redigir alguma coisa pra explicar porque fazer mestrado é tão bom, mas desisti.
estou no segundo semestre do curso, já defini meu objeto de pesquisa e agora todas as minhas leituras estão focadas nele.
eu estou numa fase que ando com gana de ler absolutamente tudo que apareça na minha frente que possa ajudar a compreender melhor meu objeto.
a cada texto, a cada aula, a cada discussão do grupo de pesquisa, parece que tudo se amplia e faz mais sentido. é muito boa essa sensação de construir um raciocínio, construir um texto (aqui no sentido mais amplo) em cima de um objeto que tu admira tanto.
e, entre tantas coisas legais da pós, a troca entre os colegas e professores é uma das melhores. a troca de bibliografia, de idéias, a construção de um raciocínio em conjunto.
o video abaixo embedado mostra isso de forma muito bonita. quem nos mostrou foi a cris, minha professora e orientadora, no fim do semestre passado.
é uma aula do deleuze em algum colégio francês. é tudo misturado assim mesmo, alunos e professor. não sei vocês, mas eu acho lindo.
a partir do dia 1º, quinta-feira, acessem www.correiodopovo.com.br e vejam o melhor de notícias, variedades, esportes e serviços de Porto Alegre, região metropolitana e do Estado.
morram de inveja do nosso jornalismo. podem nos copiar – e me convidar pra almoçar no margs.